Boas vindas

Seja bem-vindo (a) ao meu blog. Sinta-se a vontade e volte sempre.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Semana Nacional do Trânsito

"A Semana Nacional de Trânsito começou no dia dia 18 (domingo) e se estende até dia 25. Juntos podemos salvar milhões de vidas”. Para alcançarmos a meta do movimento mundial, que pretende reduzir em 50% o número de mortes e acidentes em dez anos, é necessária a participação de todos no combate à violência no trânsito e na conscientização para a mudança de hábitos.

A pergunta que temos hoje é: até quantos mortos o País está disposto a suportar para tomar uma medida mais drástica para combater os acidentes de trânsito?

Nesta semana, em especial, estamos todos convocados - autoridades e sociedade -, para, juntos, trabalharmos pela aplicação dos principais pilares estabelecidos pela Década: uma gestão nacional da segurança no trânsito; infraestrutura viária adequada; segurança dos veículos; comportamento e segurança dos usuários; e atendimento ao trauma, assistência pré-hospitalar, hospitalar e à reabilitação."

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Morfologia das palavras

Morfologia é parte da gramática que estuda a estrutura, a formação, a classificação e as flexões das palavras.
É importante conhecer essas "pequenas partes" que formam os vocábulos, pois, constantemente, novos palavras são formadas a partir de elementos que contêm o significado básico de um vocábulo.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Charges





A charge é um desenho ou uma pequena história em quadrinhos que possui um caráter humorístico e crítico. Destacam-se pela criatividade e abordagem de temas da atualidade. Os personagens geralmente são desenhados seguindo o estilo de caricaturas.

As charges são elaboradas por desenhistas e podem retratar diversos temas como, por exemplo, assuntos cotidianos, política, futebol, economia, ciência, relacionamentos, artes, consumo, etc.

As charges costumam ser publicadas em jornais, revistas, livros, etc. Com o desenvolvimento da Internet, apareceram vários sites especializados em apresentar charges animadas
elaboradas em linguagem flash.



quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Pedaços de mim.

“Eu sou feita de sonhos interrompidos, detalhes despercebidos, amores mal resolvidos. Sou feita de choros sem ter razão, pessoas no coração, atos por impulsão. Sinto falta de lugares que não conheci, experiências que não vivi, momentos que já esqueci. Eu sou amor e carinho constante distraída até o bastante, não paro por instante. Já tive noites mal dormidas, perdi pessoas muito queridas, cumpri coisas não-prometidas. Muitas vezes eu desisti sem mesmo tentar, pensei em fugir, para não enfrentar, sorri para não chorar. Eu sinto pelas coisas que não mudei, amizades que não cultivei, aqueles que eu julguei, coisas que eu falei. Tenho saudade, de pessoas que fui conhecendo, lembranças que fui esquecendo, amigos que acabei perdendo, mas continuo vivendo e aprendendo.”

Martha Medeiros

Seminário; oratória.





terça-feira, 23 de agosto de 2011

Trabalhando com o texto de Luís Fernando Verissímo:

O ESTRANHO PROCEDIMENTO DE DONA DOLORES

Começou na mesa do almoço. A família estava comendo — pai, mãe, filho e filha — e de repente
a mãe olhou para o lado, sorriu e disse:
— Para a minha família, só serve o melhor. Por isso eu sirvo arroz Rizobon. Rende mais e é mais
gostoso.
O pai virou-se rapidamente na cadeira para ver com quem a mulher estava falando. Não havia
ninguém.
— O que é isso, Dolores?
— Tá doida, mãe?
Mas dona Dolores parecia não ouvir. Continuava sorrindo. Dali a pouco levantou-se da mesa e
dirigiu-se para a cozinha. Pai e filhos se entreolharam.
— Acho que a mamãe pirou de vez.
— Brincadeira dela...
A mãe voltou da cozinha carregando uma bandeja com cinco taças de gelatina.
— Adivinhem o que tem de sobremesa?
Ninguém respondeu. Estavam constrangidos por aquele tom jovial de dona Dolores, que nunca fora
assim.
— Acertaram! — exclamou dona Dolores, colocando a bandeja sobre a mesa. — Gelatina Quero
Mais, uma festa em sua boca. Agora com os novos sabores framboesa e manga.
O pai e os filhos começaram a comer a gelatina, um pouco assustados. Sentada à mesa, dona Dolores
olhou de novo para o lado e disse:
— Bote esta alegria na sua mesa todos os dias. Gelatina Quero Mais. Dá gosto comer!
Mais tarde o marido de dona Dolores entrou na cozinha e a encontrou segurando uma lata de óleo
à altura do rosto e falando para uma parede.
— A saúde da minha família em primeiro lugar. Por isto, aqui em casa só uso o puro óleo Paladar.
— Dolores...
Sem olhar para o marido, dona Dolores o indicou com a cabeça.
— Eles vão gostar.
O marido achou melhor não dizer nada. Talvez fosse caso de chamar
um médico. Abriu a geladeira, atrás de uma cerveja. Sentiu que
dona Dolores se colocava atrás dele. Ela continuava falando para
a parede.
— Todos encontram tudo o que querem na nossa
Gelatec Espacial, agora com prateleiras superdimensionadas,
gavetas em Vidro-Glass e muito, mas muito mais
espaço. Nova Gelatec Espacial, a cabe-tudo.
— Pare com isso, Dolores.
Mas dona Dolores não ouvia.
Pai e filhos fizeram uma reunião secreta, aproveitando
que dona Dolores estava na frente da casa,
mostrando para uma platéia invisível as vantagens
de uma nova tinta de paredes.
— Ela está nervosa, é isso.
— Claro. É uma fase. Passa logo.
— É melhor nem chamar a atenção dela.
— Isso. É nervos.
Mas dona Dolores não parecia nervosa. Ao contrário,
andava muito calma. Não parava de sorrir para o seu público imaginário. E não podia passar por
um membro da família sem virar-se para o lado e fazer um comentário afetuoso:
— Todos andam muito mais alegres desde que eu comecei a usar Limpol nos ralos.
Ou:
— Meu marido também passou a usar desodorante Silvester. E agora todos aqui em casa respiram
aliviados.
Apesar do seu ar ausente, dona Dolores não deixava de conversar com o marido e com os filhos.
— Vocês sabiam que o laxante Vida Mansa agora tem dois ingredientes recém-desenvolvidos pela
ciência que o tornam duas vezes mais eficiente?
— O quê?
— Sim, os fabricantes de Vida Mansa não descansam para que você possa descansar.
— Dolores...
Mas dona Dolores estava outra vez virada para o lado, e sorrindo:
— Como esposa e mãe, eu sei que minha obrigação é manter a regularidade da família. Vida Mansa,
uma mãozinha da ciência à Natureza. Experimente!
Naquela noite o filho levou um susto. Estava escovando os dentes quando a mãe entrou de surpresa
no banheiro, pegou a sua pasta de dentes e começou a falar para o espelho.
— Ele tinha horror de escovar os dentes até que eu segui o conselho do dentista, que disse a palavra
mágica: Zaz. Agora escovar os dentes é um prazer, não é, Jorginho?
— Mãe, eu...
— Diga você também a palavra mágica. Zaz! O único com HXO.
O marido de dona Dolores acompanhava, apreensivo, da cama, o comportamento da mulher. Ela
estava sentada na frente do toucador e falando para uma câmara que só ela via, enquanto passava
creme no rosto.
— Marcel de Paris não é apenas um creme hidratante. Ele devolve à sua pele o frescor que o tempo
levou, e que parecia perdido para sempre. Recupere o tempo perdido com Marcel de Paris.
Dona Dolores caminhou, languidamente, para a câmara, deixando cair seu robe de chambre no
caminho. Enfiou-se entre os lençóis e beijou o marido na boca. Depois, apoiando-se num cotovelo,
dirigiu-se outra vez para a câmara.
— Ele não sabe, mas estes lençóis são da nova linha Passional da Santex. Bons lençóis para maus pensamentos. Passional da Santex. Agora, tudo pode acontecer...

Seminário: 13/08/2011


Realizamos um seminário cujo tema foi “Eu, minha casa... meu planeta”, onde o objetivo era conscientizar as pessoas da importância da água, sua qualidade e cuidados com nosso planeta em geral.
A sala escolheu cinco oradoras para se apresentarem no seminário; Andressa, Vanessa, Jéssica, Natalie e eu, que também fui escolhida.
Preparamos-nos durante uma semana. Cada uma levou textos, pesquisas, informações. Destacamos pontos que achávamos importante, interessantes. Ao decorrer dessas leituras cada uma ia expondo suas opiniões, e assim, acontecendo um debate entre nós.Unimos os trechos que destacamos formando outros textos, que nos serviram como base.
Por volta da quarta-feira surgiu a idéia de ir às ruas e fazer algumas perguntas para certa quantidade de pessoas, como uma pesquisa de campo. A equipe de oradoras foi dividida em dois grupos, cada grupo foi em locais diferentes. Foram cerca de trinta e nove entrevistados.
Preferimos criar perguntas pequenas e poucas para serem rápidas, pois sempre geralmente as pessoas não têm tempo ou pelo menos é o que dizem. Foi isso que aconteceu, porém todos nos receberam bem em suas casas.

Percebi o seguinte fato: todos acham que não vivemos sem a água, que ela é de extrema importância. Também acham que sofreremos com a falta de água potável. Então onde estão as atitudes para preservar esse bem tão precioso? Pois é, talvez esteja nos litros de água derramados quando uma senhora lavava a calçada de sua casa enquanto fazíamos as perguntas. Ou então, no banho de uma hora de duração que uma mulher nos relatou. Olhamos espantada, e ela nos olhava séria, como se não tivesse nada de errado.
Organizamos todos os dados e textos feitos. Colocamos de certa forma em ordem, como um cronograma a seguir.
Na sexta-feira à tarde nos reunimos para um ensaio geral junto com os outros grupos do seminário. Recebemos dicas importantes. Ficou mais claro em nossas mentes de que maneira cada uma ia transmitir o assunto. Como deveria ser nossa postura no dia seguinte, sábado.
Chegou o grande dia. Antes de iniciar ficamos lendo nosso material, organizamos os últimos detalhes e iniciou o seminário. Além de alguns pais, alunos e professores, também estavam presentes o nervosismo, a preocupação, e a ansiedade. Correu tudo bem dentro do possível. No final, abrimos espaço para quem estava assistindo dar suas opiniões e sugestões. Acho que poderia ter sido ainda melhor, só que ainda sim, teve um bom resultado.

Algumas fotos: